Desde o mês de agosto venho denunciando uma desumana perseguição política e pessoal a minha pessoa, eu, Anselmo Soares Faria(Anselmo Picardi). Após ter sido preso arbitrariamente no Dia Nacional da Poesia, 14 de março do corrente ano, tive a minha casa invadida pelo crime organizado, rua Fagundes Dias, 396. Após o calvário pelo qual passei na procura pelos albergues da cidade(fatos já relatados), busquei acomodações em uma hospedagem na rua Conde de São Joaquim, 191, em São Paulo, dia dezoito de setembro(conforme recibos anexos). Local em que fui ostensivamente perseguido por contaminações de toda ordem, inclusive contaminações por satélite. E deparando, também, com um rodízio permanente de hospedeiros marginais, que não permitiam-me o sono e até mesmo com a inalação de todos os tipos de gases, chegando ao absurdo de jogarem ácido no quarto em que eu dormia (um quarto sem ventilação, pelo qual paguei o montante de duzentos e trinta reais (Cr$230,00) por mês, até o dia 18 de dezembro.
Não obstante, todos os tipos de agressões, dia 03 de dezembro fui surpreendido pelo impedimento de que continuasse em tal hospedagem mesmo tendo o mês de dezembro pago até o referido dia dezoito. Concordado de minha benéfica saída, fui comunicado de que não teria o ressarcimento dos quinze dias restantes pagos e fui impedido da retirada total de meus pertences e documentos, quando chamei por uma viatura policial (M-11.113), atendido pelo soldado Cavallari do batalhão de jurisdição do quinto Distrito Policial. Fui comunicado que não tinha direitos e até mesmo ameaçado pelo policial da não devolução dos recibos de pagamento pela hospedagem, apresentados ao mesmo.
Lamentavelmente, mesmo tomando as medidas judiciais e policiais cabidas e em tempo legal, minha casa continua invadida por criminosos e transformada em ponto de tráfico de cocaína com a proteção de policiais.
Apresento, neste blog, relatos anteriores sobre a mesma perseguição pela qual venho sofrendo e reafirmo a contaminação permanente por laser via satélite, por parte dos agentes da Cia., família Petit (Francesc Petit) e por parte de José Dirceu. Assim como todo o tipo de perturbação mental e psicológica. Um arbitrariedade diante as leis que regem a comunicação por satélite e contaminações químicas. Um desumano arbítrio aos direitos fundamentais do Homem.





